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filme Mississipi em chamas

by D4rk Diogo

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TRABALHO REALIZADO PELO GRUPO : DIOGO, JOÃO PEDRO E GABRIEL
Comic Panel 1
Comic Panel 1
Quando um grupo de trabalhadores de direitos civis desaparecem em uma cidade pequena do Mississippi, os agentes do FBI Alan Ward e Rupert Anderson são enviados para investigar. As autoridades locais se recusam a cooperar e a comunidade afro-americana tem medo de ajudar. A situação se torna cada vez mais difícil e a abordagem direta é abandonada a favor de uma mais agressiva.
DESENVOLVIMENTO
Comic Panel 2
Rupert Anderson e Alan Ward são dois agentes do FBI que estão investigando a morte de três militantes dos direitos civis. As vítimas viviam em uma pequena cidade onde a segregação divide a população em brancos e pretos e a violência contra os negros é uma tônica constante.
Comic Panel 1

CONCLUSÃO :
Baseado em fatos reais, o filme Mississippi em Chamas conta uma história de preconceito e abuso. Se passa em 1964 nos Estados Unidos da América, estado do Mississipi, onde o racismo é tratado com bastante violência.
A trama gira em torno de uma investigação sobre o desaparecimento de três jovens ativistas dos direitos civis e , logo na abertura do filme nota -se a discriminação entre brancos e negros com bebedouros destinados para cada ‘cor’.
Dois judeus brancos e um negro estavam chegando à cidade para lutar, entre outras coisas, pelo direito a o voto já que cinco mil negros, moradores da região, ainda não exerciam esse direito e foram – o que se soube mais tarde -
Assassinados por membros do Ku Klux Klan ( grupo de racistas, que se vestiam com roupas brancas e capuzes, montavam cavalos e perseguiam negros) .
Quando a equipe do FBI começa a investigar o desaparecimento dos jovens o Ku Klux Klan intensifica os ataques aos negros com agressões físicas e promovendo incêndios às casas e igrejas das famílias dos negros.
A esposa do assistente do xerife, horrorizada com a proporção que os atentados está tomando, acaba entregando o marido ao negar a primeira versão do depoimento dele que garantia seu álibi. Ela confessa que ele não estava com ela no momento do
crime, agora já identificado como assassinato. Ela informa também a localização dos corpos.
Ao tomar conhecimento de que teria sido a esposa de seu assistente quem fez a denúncia, o xerife ordena expressamente que ele “tome as providências”.
A polícia não tomou o cuidado de proteger a informante e ela foi agredida
fisicamente pelo marido na presença de outros membros do Ku Klux Klan
Com essa denúncia a investigação foi bem -sucedida identificando e pretendo os responsáveis pelos atentados
CONCLUSÃO
João Pedro : todos somos iguais, e não devemos tratar mal quem tem uma cor de pele diferente
Comic Panel 1
Diogo : eu achei que esse filme foi muito bom para ajudar as pessoas entenderem que todos somos iguais, não importam se são mulheres, negro ou brancos
Comic Panel 2
Opiniões do grupo sobre o filme
Gabriel :  discriminação com base em percepções sociais baseadas em diferenças biológicas entre os povos
Comic Panel 3

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