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pegada ecologica

by Beatriz Martins

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Pegada ecológica, biocapacidade em ternos regionais e globais.
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Trabalho realizado por:
Alexandra Oliveira nº1
Ana Martins nº3
Diva Loureiro nº11
Helena Gonçalves nº16
Melhoria da proteção marinha no Reino Unido
As costas e mares em torno do Reino Unido têm uma notável biodiversidade marinha e são fonte de recursos naturais de grande riqueza para numerosas atividades como as pescas, a indústria e o lazer. Contudo, até há pouco, as medidas para proteger este frágil ambiente marinho eram relativamente poucas e esparsas. A adoção da Diretiva Habitats marcou uma importante mudança qualitativa para a conservação marinha no Reino Unido e no resto da UE. Pela primeira vez, os países tiveram de proteger a biodiversidade tanto nos seus mares circundantes como em terra, e de adotar medidas para conservar ativamente espécies marinhas ameaçadas como o golfinho roaz-corvineiro, a tartaruga comum ou a andorinha-do-mar-ártica, bem como valiosos habitats subaquáticos como os recifes de corais de águas frias, os bancos de posidónias ou as grutas marinhas submersas.
No Reino Unido, foram realizados importantes estudos marinhos com o objetivo de saber mais sobre o estado deste secreto mundo subaquático e ajudar a identificar sítios adequados para proteção. O resultado foi a designação de mais de 100 sítios marinhos «Natura 2000» no Reino Unido (abrangendo uma área da dimensão da Bélgica). Antes da entrada em vigor da Diretiva Habitats, existiam no Reino Unido apenas três zonas marinhas protegidas. Estão atualmente em curso trabalhos para gerir as zonas protegidas de uma forma que garanta a sua utilização racional, salvaguardando ao mesmo tempo a sua rica biodiversidade marinha.
Reino Unido perdeu quase metade de sua biodiversidade desde a
revolução industrial
 
Estudo realizado por cientistas do Museu de História Natural de Londres revelou que quase metade da biodiversidade do Reino Unido desapareceu desde a revolução industrial.
Apesar das grandes transformações económicas e sociais advindas do novo sistema, a expansão urbana descontrolada desencadeada pela industrialização e as mudanças massivas nos processos do campo prejudicaram sobremaneira a diversidade de flora e fauna da região em pouco mais de dois séculos.
Segundo o estudo, o Reino Unido tem o pior desempenho entre as nações do G7 em termos de níveis de biodiversidade. Bosques e pastagens foram destruídos e campos convertidos para a monocultura. Basicamente, isso desencadeou a destruição mecanizada da natureza para convertê-la em bens com fins lucrativos.
No Reino Unido, as pequenas empresas foram convocadas a assumir pequenos e práticos passos para cortar suas emissões de CO2 como parte da jornada do país de ser net zero até 2050. A convocação foi feita pelo primeiro-ministro Boris Johnson em maio deste ano. Com uma campanha batizada de “Business Climate Leaders”, a iniciativa quer incentivar as pequenas empresas a se comprometerem a reduzir suas emissões pela metade até 2030 e zerá-las até 2050 ou antes. 
Para isso, as pequenas empresas podem contar com o apoio do Centro do Clima para Empresas, do Reino Unido. Ali, encontram ferramentas práticas, materiais e aconselhamento para entenderem suas emissões e desenvolverem um plano para reduzi-las.
mudança para veículos elétricos e outras formas de transporte mais limpas para reduzir a pegada de carbono, a busca por opções de embalagens ecológicas ou a introdução de ciclos de trabalho para os funcionários. 
Para o governo britânico, agir sobre as mudanças climáticas ajudará as empresas a crescer, aproveitar novas oportunidades, criar novos empregos, incentivar o investimento e se adaptar aos desafios de um planeta em mudança.
No Reino Unido, as pequenas empresas foram convocadas a assumir pequenos e práticos passos para cortar suas emissões de CO2 como parte da jornada do país de ser net zero até 2050. A convocação foi feita pelo primeiro-ministro Boris Johnson em maio deste ano. Com uma campanha batizada de “Business Climate Leaders”, a iniciativa quer incentivar as pequenas empresas a se comprometerem a reduzir suas emissões pela metade até 2030 e zerá-las até 2050 ou antes. 
Para isso, as pequenas empresas podem contar com o apoio do Centro do Clima para Empresas, do Reino Unido. Ali, encontram ferramentas práticas, materiais e aconselhamento para entenderem suas emissões e desenvolverem um plano para reduzi-las.
mudança para veículos elétricos e outras formas de transporte mais limpas para reduzir a pegada de carbono, a busca por opções de embalagens ecológicas ou a introdução de ciclos de trabalho para os funcionários. 
Para o governo britânico, agir sobre as mudanças climáticas ajudará as empresas a crescer, aproveitar novas oportunidades, criar novos empregos, incentivar o investimento e se adaptar aos desafios de um planeta em mudança.
Áreas protegidas do Reino Unido
Qual é a pegada ecológica do Reino Unido?
·        Parques Nacionais;
·        Áreas de beleza natural excecional (apenas na Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte);
·        Área cênica nacional (Escócia);
·        Costa do patrimônio (Inglaterra e País de Gales);
·        Área de paisagem especial (País de Gales);
·        Sítio do Património Mundial.
 
Áreas protegidas de valor de biodiversidade
·        Área ambientalmente sensível;
·        Sítio de especial interesse científico;
·        Reserva natural marinha;
·        Reserva natural nacional;
·        Reserva natural local;
·        Costa do patrimônio (Inglaterra e País de Gales);
·        Área especial de conservação:
·        Área de proteção especial:
·        Áreas húmidas de Convenção de Rawsan;
·        Reservas de Biosfera do Programa Homem e Biosfera da UNESCO;
·        Sítio do Património Mundial.
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